
O Facebook é hoje a maior rede social do mundo, com mais de 750 milhões de usuários, 1/3 da população online do planeta, e do Brasil, com mais de 30 milhões de usuários. (ISTO É Dinheiro, 2011)
Lançada em 4 de fevereiro de 2004 por Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Eduardo Saverin e Chris Hughes, ex-estudantes da Universidade Harvard, a rede social Facebook, antes de se tornar “pública”, era restrita apenas aos estudantes.
O acesso à rede é gratuito para os usuários. A receita provê de publicidade, incluindo banners e grupos patrocinados.
Os usuários criam perfis que contêm fotos e listas de interesses pessoais, trocando mensagens privadas e públicas entre si e participantes de grupos de amigos. A visualização de dados detalhados dos membros é restrita para membros de uma mesma rede ou amigos confirmados.

O Facebook, assim como outras redes sociais, permite o compartilhamento de informações, vídeos, fotos e participação em grupos. O sucesso da rede pode ser atribuído a diversos fatores e estratégias como permitir que programadores criem aplicativos, incentivando desenvolvedores e agradando aos usuários que podem incrementam seus perfis e páginas, os social games, jogos como Farmville, Máfia Wars e Café World que viciam e conquistam fãs no mundo inteiro, a facilidade de realizar interações, inclusive com o Twitter e blogs e, principalmente, as constantes inovações do site.
Os números do crescimento do Facebook são espantosos: há dois anos, 250 milhões de usuários no mundo e 4,2 milhões de usuários no país. Em setembro do ano passado já eram 14,4 milhões de usuários, soma que chegou, em julho deste ano, a 28,8 milhões. “Com a nova posição de líder no Brasil, o Facebook tem clareza a respeito de seu maior objetivo no momento: transformar-se numa plataforma de negócios capaz de chacoalhar o mercado. (...) A transformação no perfil dessa rede social, que aos poucos deixa de ser somente um espaço para reunir amigos para ser também mais um canal de negócios, faz parte de uma estratégia traçada pela equipe de Zuckerberg para ampliar as fontes de receita da companhia.” (ISTO É Dinheiro, 2011)
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